Expandir um negócio na América Latina não é só chegar em novos mercados, mas fazer isso com rapidez, segurança e sem atra. Isso exige lidar com regulações locais, adaptar operações a hábitos de cada país e manter uma experiência de usuário unificada.

Para isso, é essencial saber por onde começar e quais benefícios essa expansão trará. E, entre os elementos fundamentais, está o parceiro tecnológico que te acompanhará nesse momento chave do seu negócio.

Por que regionalizar a sua operação de cartões?

Pensar de forma regional é uma vantagem competitiva e uma estratégia para crescer de forma sustentável e diversificada. Quem regionaliza, pode:

  • Capturar novos mercados: se seu produto resolve dores em um país, há grandes chances de que funcione em outros países da região.
  • Escalar sem retrabalho: uma infraestrutura bem construída permite lançar em vários países sem duplicar integrações ou adaptar produtos manualmente.
  • Reduzir riscos: operar em diferentes países reduz a dependência de uma única economia ou regulação.
  • Ganhar escala: com uma única integração, você pode lançar múltiplos produtos com custos marginais mais baixos.
  • Fortalecer sua reputação: atuar com sucesso em diversos mercados mostra maturidade e visão de longo prazo.

Como fazer isso?

Não existe uma fórmula única, mas sim estratégias que vemos com frequência:

  • Por mercado prioritário: escolher um país estratégico (por volume, regulação ou fit comercial) e adaptar seu stack para operar ali primeiro.
  • Por tipo de produto: começar com cartões pré-pagos, que têm menos exigências regulatórias, e depois escalar para débito ou crédito.
  • Por tipo de cliente: adaptar a expansão ao perfil do seu público (retail, corporativo, bancarizado, não bancarizado, etc).
  • Por maturidade tecnológica: iniciar em países com regulação e infraestrutura mais amigáveis para reduzir o time-to-market.

Desafios reais da escala 

Sabemos que expandir não é só querer. É preciso enfrentar desafios como:

  1. Tecnologias que não permitem escalar: muitas soluções legadas só operam em um país. Isso obriga a montar infraestruturas paralelas, caras, lentas e com dívida técnica.
  2. Falta de licença no país de destino: sem uma licença local, não dá para operar legalmente. Conseguir por conta própria pode ser demorado e caro.
  3. Regulações, idiomas e moedas distintas: cada país tem exigências próprias de AML/KYC, impostos e práticas cambiais.
  4. Diferenças culturais no uso de cartões: hábitos como o parcelamento, na Argentina e México são essenciais localmente, mas inexistem ou são limitados em outros países.
  5. Falta de presença local: em muitos países é obrigatório ter operação ou entidade local para emitir ou processar.

Como escolher o parceiro tecnológico certo?

O parceiro ideal já tem soluções pensadas para operar em múltiplos países, o que reduz fricções. Busque por:

  • Plataforma modular e adaptável, com integrações locais prévias e um motor transacional confiável e flexível.
  • Licenças e compliance resolvidos, que aliviem a carga do seu time jurídico, de compliance e riscos.
  • Integrações com adquirentes locais, essenciais para boa taxa de aprovação.
  • BIN Sponsorship, para pular negociações diretas com as bandeiras e acelerar o go-to-market.

Como fazemos isso na Pomelo

Na Pomelo, criamos uma infraestrutura replicável, pensada para expansões:

  • Uma única integração técnica para operar em vários países.
  • Licenças, compliance e validações locais resolvidas.
  • Capacidade de escalar produtos sem redesenhar sua stack.
  • CX local com conhecimento das particularidades de cada país.

Nossa infraestrutura tem:

  • Arquitetura multi-tenant: um stack, múltiplos países.
  • Autorizador próprio: processa em tempo real e adapta-se à lógica de cada mercado.
  • Módulo multicurrency: saldos em várias moedas, com priorização automática.
  • Gestão de contracargos automatizada, com notificações via webhook.
  • Arquitetura resiliente, com Circuit Breaker, Retry, Fallback e DLQ.
  • Tudo isso via APIs e com monitoramento em tempo real.

👉 Saiba mais sobre nossa infraestrutura

Casos reais de expansão com Pomelo

Bybit: A segunda maior bolsa de criptomoedas do mundo por volume de negociação, continua expandindo seu ecossistema financeiro com o lançamento de seu cartão com tecnologia Pomelo na Argentina e no Brasil.

AstroPay: saiu da Argentina para Brasil e Peru com a mesma experiência de usuário e total adequação regulatória, com o apoio da nossa tecnologia.

Conclusão

Pensar de forma regional é uma vantagem. Operar regionalmente com sucesso, é estratégico. Com um parceiro como a Pomelo, você resolve os desafios técnicos, regulatórios e operacionais da expansão e leva seu negócio para o próximo nível.

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Autor

  • Noelia Di Pietro

    Jornalista e especialista em Comunicação nascida em Buenos Aires. Chegou ao time de Marketing da Pomelo após escrever para meios de comunicação, agências e empresas do mundo da tecnologia da informação, experiências nas quais aprendeu a decifrar todo tipo de informação mais tech sobre software e blockchain. É cinéfila e ama música e conhecer nuevos lugares. E, acima de tudo, é uma cat lover.

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